Governo do Estado do Rio Grande do Sul
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Por quê?

O governo enfrenta dois grandes desafios: financeiro e de gestão. Gasta mais do que arrecada e, por isso, não consegue cumprir as obrigações essenciais. Sofre com a mais severa crise das finanças públicas da história do Rio Grande do Sul e do país, aliada a uma crise estrutural de um setor público defasado e ultrapassado. A máquina estatal, que já foi exemplo para o Brasil, acumulou focos de ineficiência e paralisia, apesar do esforço de muitos servidores.

Chegou o momento da sociedade discutir o tamanho do Estado. Os gaúchos não aceitam mais conviver com o atraso, o desperdício, a ineficiência e os privilégios. O governo tem o dever de se voltar à segurança, saúde, educação, infraestrutura e áreas sociais. Tudo o que não dialogar com esses propósitos, de servir às pessoas, não deve onerar as contas públicas.

As medidas de reestruturação dão continuidade ao trabalho que começou no primeiro dia de governo. Transformações como a Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual, pioneira no país, o regime de Previdência Complementar, a implantação de um Modelo de Governança e Gestão, a intensificação da cobrança da dívida ativa e o combate à sonegação. Diminuíram-se secretarias, cargos, telefones, carros, consultorias e gastos secundários. A renegociação da dívida com a União foi resultado de um esforço coletivo.

Não há soluções mágicas e rápidas. O Rio Grande do Sul precisa dar continuidade, mesmo em futuros governos, às políticas de equilíbrio financeiro e modernização estaduais. Esse deve ser o pacto político permanente, para além de partidos, ideologias, poderes, corporações ou outros interesses. A semeadura é trabalhosa, mas a colheita depende dela. É preciso semear o Rio Grande do futuro, sem mais esperar.

O momento de modernização estrutural  é agora.

 

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